quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Pimentão é o vilão

A ANVISA divulga pesquisa que posiciona o pimentão como líder do ranking dos alimentos com o maior número de amostras contaminadas por agrotóxico, durante o ano de 2010. O morango e o pepino também tem números alarmantes. De acordo com o diretor da Anvisa, Agenor Álvares, "são dados preocupantes, se considerarmos que a ingestão cotidiana desses agrotóxicos pode contribuir para o surgimento de doenças crônicas não transmissíveis, como a desregulação endócrina e o câncer”.
Os produtos com mais amostras contaminadas são: 
Pimentão  91,80%
Morango  63,40%
Pepino  57,40%
Alface  54,20%
Cenoura  49,60%
Abacaxi  32,80%
Beterraba  32,60%
Couve  31,90%
Mamão  30,40%
Leia a matéria completa:


















































































































































































































segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Confraternização de Professores e Alunos do Mestrado em Desenvolvimento Local da UCDB.

Na noite do último sábado, dia 3 de dezembro de 2011, Professores e Alunos do Mestrado em Desenvolvimento Local da UCDB, juntamente com familiares, reuniram-se em agradável confraternização na Casa Colonial, em Campo Grande.
Momento de agradecermos a Deus as oportunidades de trabalho profícuo que tivemos neste ano de 2011 e nos prepararmos para os desafios do próximo ano.
A Professora Maria Augusta que coordenou o Programa nestes ultimos dois anos, passa a responsabilidade agora aos Professores Heitor e Josemar, que com o apoio de todos os Docentes e Alunos com certeza projetarão ainda mais o nome do Mestrado e da UCDB, possibilitando a realização de ideais de construção de um mundo melhor.
Aproveitamos o ensejo para agradecer a todos os Professores do Programa e a todos os colegas Mestrandos pelo muito que aprendemos e pelo convívio saudável e harmonioso, ao mesmo que tempo que desejamos a todos e extensivo aos familiares, um Bom Natal e excelente 2012.  Saúde e paz.
Grande abraço do
Ronaldo
Abaixo algumas imagens da noite agradável que tivemos. Presentes os professores: Maria Augusta de Castilho, Heitor Romero Marques, Arlinda Cantero Dorsa; Cleonice Alexandre Le Bourlegat, André Le Bourlegat e os Mestrandos: Aparecida Cristina Campello Curado Piccolo, Edilene Maria de Oliviera Araujo (da comissão organizadora do evento), Francisco Fausto Matto Grosso Pereira, José Celso Rocha Martins Junior, Luiz Carlos Saldanha Rodrigues Junior (representante dos alunos no Colegiado do Programa), Nadia Sater Gebara, Ronaldo São Romão Sanches/Rute e Valdenir Freitas Guimarães com amigos e familiares.    




















terça-feira, 29 de novembro de 2011

Caminhada no Parque das Nações Indígenas com um olhar um pouco mais aguçado do que de costume


Muito sol logo pela manhã, e fomos eu e a Rute fazer uma caminhada no Parque das Nações Indígenas. Com um olhar um pouco mais aguçado do que de costume, pois tinha que preparar um relatório para o Mestrado de Desenvolvimento Local com minhas impressões sobre o local. Conforme o prezadíssimo Professor Josemar, algo simples, somente com as impressões mesmo.
Não podia deixar passar a oportunidade para tirar algumas fotos e compartilhar com meus queridos amigos visitantes do blog.
Logo na entrada, aproveitamos para fazer um diagnóstico das nossas condições físicas (rsrsrsrsr!!!), com uma equipe de alunos e professores do curso de Educação Física e de Nutrição da UNIDERP, que ali estava desenvolvendo uma atividade junto a comunidade que frequenta o parque, trabalho aliás mais do que oportuno, tanto para os acadêmicos como para todos que se interessam em saber sobre suas condições de saúde e trocar umas idéias. Parabéns à UNIDERP pela iniciativa.
Pois bem, o Parque das Nações Indígenas fica em Campo Grande-MS e está localizado nos altos da Avenida Afonso Pena. Tem uma extensão de 119 hectares e oferece infra-estrutura para a prática de esportes e lazer.
Possui uma pista asfaltada para caminhada e ciclovia de 4000 metros, quadras de esportes, pátio para skate e patins, sanitários, policiamento e um grande lago formado pelas águas do Córrego Prosa. Para eventos culturais o parque abriga a Concha Acústica Helena Meirelles, com 1050 lugares, o Teatro de Arena com 450 lugares, além do Museu de Arte Contemporânea (MARCO) e o Museu das Culturas Dom Bosco.

De acordo com a administração do parque, cerca de 70% da sua vegetação é formada por gramados e árvores ornamentais que fazem parte do projeto de paisagismo concebido para o desfrute dos freqüentadores. Uma grande quantidade de espécies de árvores são preservadas tais como: jenipapo, mangueira, capitãozinho, aroeira e outras.
O Parque das Nações Indígenas fica ao lado da reserva do Parque dos Poderes, centro político e administrativo do Estado abrigando diversidade de variedades e espécies de nossa fauna e flora, como periquitos, araras, tucanos, além de pequenos animais silvestres como veados e capivaras, que podem ser vistos facilmente na área.
O parque funciona de terça-feira a domingo, das 6 às 21 horas.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Vergonha!

Chove com frequência em Vancouver. Quando isso acontece nos fins de semana, fico em casa. Leio muito nessas horas e, para mitigar a solidão, deixo a TV ligada. Em um desses meus momentos solitários, a TV reportava que, no Japão, apesar dos terremotos, das falhas nas usinas nucleares, e da falta de alimentos, não haviam ocorrido episódios de violência, saques ou desordem.
Uma senhora de meia idade foi entrevistada na fila onde as rações de alimentos estavam sendo distribuídas. Perguntada por que, diante da perspectiva de falta de alimento, ela esperava calmamente pela sua vez na fila, ela singelamente respondeu: “Porque se agisse de outra maneira, traria grande vergonha para mim e minha família.”. Achei interessante que ela tenha usado a palavra “vergonha”.
De fato, pesquisas conduzidas por John Braithwaite, da Australian National University (ANU), apontam para o fato de que, sociedades nas quais a vergonha é parte importante da cultura, sofrem menos com criminalidade, violência e corrupção.
A possibilidade de experimentar o sentimento de vergonha externamente, atraves da sanção ou condenação por membros da familia e da sociedade; e internamente, através das noções de certo e errado advindas do processo de socialização, contribui para a criação de uma sociedade mais justa e pacifica.
Ética, portanto, é ao mesmo tempo uma questão individual, cultural e coletiva. É preciso uma aldeia para educar uma criança.
Nesta ótica, crime, violência e corrupção são vistos como ofensas à comunidade, e não ao Estado. Deve-se fazer o que é certo, e não o que é meramente legal. As ações devem se orientar pelo campo da ética, e não do direito.
Trata-se de restaurar os danos e as relações entre pessoas, e não de punir ofensas ao Estado. Trata-se de restaurar relações, e não de fabricar presos.
Existe algo fundamentalmente errado quando, em uma sociedade, as noções de legalidade ou ilegalidade substituem as noções de certo e errado. Quando o sistema jurídico fica mais importante que a ética. Quando o compromisso com o bem-estar da comunidade se esconde atrás de nossa consciência adormecida. Nesta hora, perdemos a vergonha.
A vida não cabe em um conjunto de leis. Ela é maior que isso. Não cabe em livros ou códigos. Não cabe no direito. A vida é dinâmica, fluida, contraditória e cheia de dilemas. Em uma sociedade pacifica, organizada e evoluída, a ética precede a legalidade. As pessoas têm vergonha. Nestes tempos de apagão ético, talvez seja isso o que nos falte.
Elton Simoes mora em Vancouver, Canada há 2 anos. Formado em Direito (PUC); Administração de Empresas (FVG); MBA (INSEAD), com Mestrado em Resolução de Conflitos (Univesity of Victoria). Email: esimoes@uvic.ca.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Receba essas lindas rosas no seu coração.

Um bloco com algumas mensagens simples, de rápida leitura (os grifos em negrito são meus), mas de grande importância para que possamos viver bem, para conseguirmos sobreviver a situações que fazem parte de nosso cotidiano, seja nos nossos lares, no trabalho, como em qualquer lugar que estivermos.
Muitas vezes nós achamos que a vida em comum com alguem ao nosso redor está difícil, mas se a gente prestar atenção nos nossos atos, vamos ver que podemos fazer "aquele algo a mais", que vai resultar numa grande diferença nos relacionamentos, seja entre cônjuges, irmãos, pais e filhos, amigos, clientes, pacientes, etc.
Faça uma reflexão você também. Será que em suas relações não está faltando uma boa dose de brandura?
Na minha está, e vou tentar corrigir-me.
Receba essas lindas rosas no seu coração.
Grande abraço para todos.
Ronaldo São Romão Sanches

Insuperável brandura
Quando você for defrontado por alguém violento, que o agrida verbalmente ou o ameace fisicamente, recorde-se de que ele é muito infeliz.
Todo aquele que não recebeu amor na infância ou foi vítima de insucessos emocionais, sempre perde o endereço de si mesmo e se torna inimigo dos outros.
Conceda-lhe a graciosa dádiva da bondade que não o torna mais desventurado. Não há quem resista a um indisfarçável gesto de benevolência.
***
Surpreendido pela astúcia dos perversos, sempre hábeis na arte de infligir sofrimentos aos outros, tenha em mente que eles são também impiedosos para consigo mesmos.
A sua desorientação provém de experiências amargas, nas quais sofreram crueldades e abandono.
Proporcione-lhes o ensejo de despertar, dando-lhes compreensão. Ninguém recusa amor, mesmo que, aparentemente reaja com aspereza, o que é falta de hábito em recebê-lo.
***
No pandemônio da revolta que grassa violenta em toda parte, anunciando desastres morais e conjunturas físicas dolorosas, reserve-se o direito de permanecer em paz.
O aturdimento que procede de alguns poucos, facilmente contamina o grupo social que se perturba. O agitador, é alguém que se sentiu desrespeitado nos seus direitos de criança e, na ocasião, não soube administrar a ira nem a frustração, agora tornadas bandeiras de comportamento doentio.
Seja amistoso para com ele, apresentando-lhe o outro lado da existência humana. O ser carente vive armado contra tudo e todos, até o momento em que se sente rociado pela presença da brandura.
***
No crepitar das labaredas das acusações e calúnias contra alguém, gerando situações asfixiantes e más, continue portador de generosidade para com a vítima.
Quem delinqüe, perde-se no labirinto de terríveis alucinações morais.
Não fustigue mais o desditoso, antes aplique temperança para com ele. O solo que arde, não pode receber mais calor, e sim, água refrescante que lhe diminua e aplaque a temperatura elevada.
Todos somos sensíveis à compreensão de alguém para conosco.
Perseguido pela inveja ou malsinado pela insensatez daquele que não gosta de você, resguarde-se na compaixão para com ele.
A insegurança que o leva a afligi-lo é resultado da família com a qual viveu e de quem somente recebeu lições de impiedade e malquerença.
Ele gostaria, por certo, de ser como você, e, na impossibilidade de que se dá conta, tenta amargurá-lo.
Ofereça-lhe o silêncio em resposta de brandura, que o alcançará inexoravelmente, alterando-lhe a atitude interior. Nada pode detê-la, e quem a recebe jamais prossegue como antes.
***
Na raiz de muitos males, que afligem e desconcertam a criatura, o desamor de que foi objeto, na atual ou em anterior reencarnação, é o responsável pelo seu transtorno.
Naturalmente, quem lhe experimenta o aguilhão impiedoso deseja libertar-se, defendendo-se e acusando, reagindo.
Não existe, porém, defesa real quando se agride nem se conquista harmonia quando se entra em debates de violência.
Nunca aceite as injunções do mal nem as arruaças dos desordeiros, simplesmente deixando de conceder-lhes consideração.
Você cresce na vertical do amor, tendo por dever levantar caídos e nunca torná-los mais vulneráveis ao mal que neles reside.
Viva com brandura e esparza-a, tornando o mundo melhor e as criaturas menos desesperadas.
Somente quem ama e se reveste de bondade pode resistir aos conflitos e desafios perturbadores da sociedade agressiva que prefere ignorar o Bem.
(Divaldo Pereira Franco por Marco Prisco. In: Luzes do alvorecer)

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Projeto Yvyraporã, visa promover o reflorestamento urbano de Piracicaba

Muito interessante o projeto de reflorestamento urbano de Piracicaba, coordenado pelo Prof. Ciro Abbud Righi, da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, envolvendo professores e alunos do curso de Engenharia Florestal.
O projeto Yvyraporã (no tupi-guarani yvyra: árvore e porã: bonita), pretende promover o reflorestamento urbano da cidade, ao mesmo tempo que melhora a integração dos futuros engenheiros florestais com a comunidade local e promove a difusão do conhecimento dos benefícios da arborização urbana na sociedade. Parabéns.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

O Filme dos Espíritos

Fui assistir hoje ao filme.
Um roteiro muito bem elaborado. Nota 1.000.
Analisando sob a ótica da Doutrina, achei impecável.
Narrativa que emociona, com muita clareza nas abordagens.
Ao mesmo tempo que esclarece, é um convite a nossa autotransformação.
Não percam.  Não é todo dia que tem uma estréia tão boa.
Ronaldo
 

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Dia de São Francisco de Assis e a famosa Oração

Comemora-se hoje o Dia de São Francisco de Assis.
Logo nos vem a mente a famosa oração e sua melodia inconfundível.
Mensagem muito bonita que merece nossa reflexão sempre.
Abaixo segue um vídeo com a oração cantada pelo Fagner.
Tentando confirmar a autoria da oração, deparei-me com o artigo A Oração de São Francisco não é dele? Sobre a melodia vi a informação em um dos comentários do vídeo, que é de autoria do Padre Irala, jesuíta paraguaio, radicado no Brasil desde os anos 60. Creio que o mais importante é o seu conteúdo.

Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz.
Onde houver ódio, que eu leve o amor,
Onde houver ofensa , que eu leve o perdão,
Onde houver discórdia, que eu leve a união,
Onde houver dúvida, que eu leve a fé,
Onde houver erro, que eu leve a verdade,
Onde houver desespero, que eu leve a esperança,
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria,
Onde houver trevas, que eu leve a luz.

Ó Mestre, fazei que eu procure mais
consolar que ser consolado;
compreender que ser compreendido,
amar, que ser amado.
Pois é dando que se recebe
é perdoando que se é perdoado
e é morrendo que se nasce para a vida eterna...

Desabafo

Recebi no meu e-mail esse texto em forma de desabafo, postado logo abaixo do vídeo, que contém uma crítica muito interessante sobre a sociedade de consumo. Só não estou de acordo com a observação final de enviar cópia somente para pessoas com mais de 50 anos. Creio que esse é um assunto a ser discutido por toda a sociedade com relação a estilo de vida e valores. Uma discussão sobre a sustentabilidade, sobre o consumismo exagerado.
Lembrei da ilha de lixo no Oceano Pacífico e postei o vídeo abaixo.
Ô coisa triste de ver, principalmente por verificar que isso acontece nas nossas cidades, nos nossos bairros, basta olharmos com atenção nossas ruas, terrenos baldios e nossos rios, tudo virando depósitos de lixo.
Complicado né?
Mas o que fazer? Ficarmos de braços cruzados e deixar apenas para nossos representantes (cada vez menos representantes é verdade - mas isso é um outro assunto muito sério a tratar) tomarem as providências necessárias?
Como podemos contribuir para um mundo sustentável?
É importante discutirmos nas escolas, nos nossos ambientes de trabalho, nos nossos lares, em todos os foruns, principalmente com as crianças, com as novas gerações.

Grande abraço a todos.
Ronaldo 

Na fila do supermercado, o caixa diz uma senhora idosa:
- A senhora deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico não são amigáveis ao meio ambiente.
A senhora pediu desculpas e disse:
- Não havia essa onda verde no meu tempo.
O empregado respondeu:
- Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora. Sua geração não se preocupou o suficiente com  nosso meio ambiente.
- Você está certo - responde a velha senhora - nossa geração não se preocupou adequadamente com o meio ambiente. Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes.
Realmente não nos preocupamos com o meio ambiente no nosso tempo. Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhamos até o comércio, ao invés de usar o nosso carro de 300 cavalos de potência a cada vez que precisamos ir a dois quarteirões.
Mas você está certo. Nós não nos preocupávamos com o meio ambiente. Até então, as fraldas de bebês eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. Roupas secas: a secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas bamboleantes de 220 volts. A energia solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas. Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas.
Mas é verdade: não havia preocupação com o meio ambiente, naqueles dias. Naquela época só tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado como?
Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas elétricas, que fazem tudo por nós. Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usamos jornal amassado para protegê-lo, não plastico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar. Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a grama, era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funcionam a eletricidade.
Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o meio ambiente. Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos.
Canetas: recarregávamos com tinta umas tantas vezes ao invés de comprar uma outra. Abandonamos as navalhas, ao invés de jogar fora todos os aparelhos 'descartáveis' e poluentes só porque a lámina ficou sem corte.
Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época. Naqueles dias, as pessoas tomavam o bonde ou ônibus e os meninos iam em suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas. Tínhamos só  uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima.
Então, não é risível que a atual geração fale tanto em meio ambiente, mas não quer abrir mão de nada e não pensa em viver um pouco como na minha época?
(Agora que voce já leu o desabafo, envie para os seus amigos que têm mais de 50 anos de idade... E não reclama! Eu também recebí..... hahaha).

domingo, 18 de setembro de 2011

He Ain't Heavy, He's My Brother, sucesso do "The Hollies" - Ele Não É Um Peso Pra Mim, Ele É Meu Irmão

Recebi um e-mail de uma amiga a respeito da canção do "The Hollies", que fez sucesso no final da década de 1960.
Na hora lembrei da música, que na verdade, parece-me que fez sucesso na década de 1980. Tentei encontrar na internet referência à entidade "Missão dos Órfãos", primeiramente em português, tendo algumas citações. Depois busquei em inglês, "Mission for Orphans", onde encontrei no The Vinyl Voyage uma história interessante e a ilustração ao lado.
De toda forma, a música é bonita, a letra também e o e-mail que recebi vem com o seguinte texto:
"Essa coisa maravilhosa tinha passado pela minha vida apenas como uma canção de linda melodia, cuja letra, em difícil pronuncia da banda, eu jamais tinha captado”.
Leia o texto abaixo antes de ver o vídeo e a letra da música, que é linda!
Quantas vezes eu, e provavelmente você também, já ouvimos essa bela canção.
Mas, como eu, você também, suponho, desconhecia a circunstância que a inspirou...
Pois aí está... Tanto quanto para mim, espero que seja do seu agrado. Para quem ainda não se sente desprendido o suficiente para agir como sugere a letra da música, vai um consolo:
“Se você se emocionar, sentindo essa emoção dentro do seu coração,
alegre-se: a semente já está plantada, e a terra é fértil!"
Para os saudosistas, amantes da boa música... Essa é uma música da  época de juventude dos anos 60, mas sempre será atual, visto que nada mudou!
É sobre a entidade "Missão dos Órfãos", em Washington, DC.  Foi lá que ficou eternizada a música "He ain't heavy, he is my brother", dos "The Hollies ", (você pode não estar lembrando da música, mas depois de ouvir, se lembrará do grande sucesso!)
A história conta que certa noite, em uma forte nevasca, na sede da entidade, um padre plantonista ouviu alguém bater na porta. Ao abri-la deparou com um menino coberto de neve, com poucas roupas, trazendo em suas costas, outro menino mais novo. A fome estampada no rosto, o frio e a miséria dos dois comoveram o padre. O sacerdote mandou-os entrar e exclamou:
-Ele deve ser muito pesado.
O que carregava disse:
-Ele não pesa, ele é meu irmão (He ain't heavy, he is my brother) Eles não eram irmãos de sangue realmente. Eram irmãos da rua.  O autor da música soube do caso e se inspirou para compô-la, e da frase fez o refrão.
Os dois meninos foram adotados pela instituição. Essa história é inspiradora nestes dias de falta de solidariedade, de violência e de egoísmo. Agora ouça pelo anexo e acompanhe a letra traduzida.
Também tive alguns irmãos que me auxiliaram na estrada da vida sem reclamar ou cobrar ( como se eu fosse muito leve ). Tudo que me resta é tentar fazer o mesmo, tendo o cuidado para que o outro não se sinta um fardo, pois somos todos irmãos..
Segue a letra em inglês e a tradução disponível no site Arena Musical.
He Ain't Heavy, He's My Brother 
Ele Não É Um Peso Pra Mim, Ele É Meu Irmão
by BILL MEDLEY
 
The road is long
A estrada é comprida
With many winding turns
Com muitas curvas difíceis
That leads us to
Que nos leva a
Who knows where, who knows where
Quem sabe onde, quem sabe onde
But I'm strong
Mas eu sou forte
Strong enough to carry him
Forte o bastante para carregá-lo
He ain't heavy, he's my brother
Ele não é um peso para mim, ele é meu irmão
So on we go
E assim continuamos
His welfare is my concern
O bem-estar dele é problema meu
No burden is he to bear
Ele não é nenhuma carga para mim
We'll get there
Nós chegaremos lá
For I know
Pois eu sei
He would not encumber me, oh no.
Ele não seria um estorvo para mim, oh não
He ain't heavy, he's my brother
Ele não é um peso para mim, ele é meu irmão
If I'm laden at all
Agora, se estou realmente sobrecarregado
Then I'm laden with sadness
Então estou sobrecarregado de tristeza
That everyone's heart
(De saber) que o coração de todo mundo
Isn't filled with gladness
Não está cheio de gratidão
Or love for one another
Ou de amor, um pelo outro
It's a long, long road
É uma estrada muito comprida
From which there is no return
Da qual não há retorno
While we're on the way to there
E enquanto estamos indo para lá
Why not share?
Por que não partilhar?
And the load
E a carga (dele)
Doesn't weigh me down at all
Não vai me pesar de jeito algum
He ain't heavy, he's my brother (3x)
Ele não é um peso para mim, ele é meu irmão 

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Pantanal de Aquidauana, Mato Grosso do Sul

Vídeo muito bem produzido, de divulgação da potencialidade turística do Pantanal Sul-matogrossense de Aquidauana. Com diversas opções de hospedagem nas fazendas.
Natureza fantástica.


PROMO-PANTANAL OF AQUIDAUANA-ENG SUB from mauricio copetti on Vimeo.

domingo, 14 de agosto de 2011

Amigos para siempre

Essa dedico ao meu querido Pai.
Lembro de um dia em Bauru, era seu aniversário, quando ouvimos juntos.
Te Amo.
teu filho
Ronaldo

Sonda-me

Linda música quando a sensibilidade está a flor da pele.
Grande abraço a todos neste Dia dos Pais 2011.
Ronaldo